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COMO Tua CONCORRÊNCIA MELHOROU A VISUALIZAÇÃO DOS VÍDEOS NO YOUTUBE


Como pode um peixe vivo viver fora da água fria? Só mesmo se for uma sereia, e do tipo vivido por Isis Valverde em A Força do Cobiçar, a trama das nove da Globo. Acredite se quiser: elas estão se espalhando pelo Brasil e pelas redes sociais, ante o rótulo do sereísmo, título dado a um padrão de modo que para diversos ultrapassa o conceito de modinha. Há quem, e também uma espaçoso cauda de peixe, incorpore no dia a dia hábitos que implicam um um contato mais acentuado não só com a água, todavia com o meio-local de forma geral. “O sereísmo tem toda uma filosofia”, prega Mirella Ferraz, a primeira sereia profissional brasileira, que diz continuar irritada quando chamam o sereísmo de moda ou embarcam nele só “para receber likes no Instagram”. “Tem que possuir uma identificação com a água, se notar feliz nela.


Ser muito ligada ao meio-ambiente, ser ativista, querer e aprender o mundo das sereias. Não é só pôr conchinha no cabelo”, argumentada os regulamentos a sereia que serviu de base pra Gloria Perez construir Ritinha, a personagem de Isis. “Eu nasci com amor pela água, uma fixação que não consigo explicar”, conta.


A fixação por sereias moldou os 33 anos de vida de Mirella, que fez faculdade de biologia marinha, pra aprender golfinhos, e morou em lugares como Fernando de Noronha e no litoral baiano. O blog tem por coincidência o mesmo nome dado ao hábitos de vida dos amantes das sereias.


     
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“Eu escrevia textos de moda e imediatamente era comum utilizar ‘-ismo’ para definir alguma faculdade, como minimalismo. Redigindo um texto sobre o assunto estampas praianas, finalizei pensando em sereísmo. Gostei em tão alto grau do termo que usei no blog”, explica Bruna, que comanda a página junto com a colega Camila Gomes. “Quando a moda surgiu e começaram a denominá-la então, eu fiquei surpresa.” O nome surgiu junto com o site, uma vez que, pela mesma data, grifes como Chanel e Victoria’s Secret se inspiravam nesses seres belos em seus desfiles mundo afora. Mas a virada em terras brasileiras ocorreu em 2015. “No mundo inteiro estava bastante popular, novas famosas internacionais começaram a tomar imagens com uma cauda, como Katy Perry, Paris Hilton, Lady Gaga fez shows e um clipe vestindo uma. Por aqui novas famosas quiseram copiar, como a Ivete Sangalo e a Adriane Galisteu.


Com isto, o povo começou a ver o sereísmo um pouco melhor, não como alguma coisa de gente insana, e sim que é qualquer coisa perfeito, interessante e que pode carregar magia para tua vida”, explica Mirella. Outra prova da explosão do sereísmo está nos negócios de Mirella Ferraz, que confecciona e vende caudas.


Atualmente, ela comercializa de sessenta a cem caudas por mês, a até 429 reais cada uma. No momento em que abriu o ateliê, em 2012, a sereia não chegava a vender nem dez caudas por mês, foi mesmo em 2015 que a maré virou. “Aumentou muito a busca, neste momento o estoque esgota todo mês. Antes, era só eu.


Hoje, além de mim e da minha mãe, que virou minha sócia no ateliê, tive que contratar mais quatro costureiras. Mirella diz nunca ter tido a ambição de — ou imaginado que poderia — transformar a tua paixão de criancinha em carreira, o que, por acaso, ocorreu naturalmente. Em 2003, aos 19 anos, fez a primeira cauda. Ela precisou encontrar uma fábrica de neopreme de mergulho (tecido de borracha usado nos trajes do esporte aquático) e convencer a organização a vender o item, visto que a fábrica só atendia pessoas jurídicas. Depois, precisou importar uma monofin, a barbatana especial para nado em apneia (técnica em que se usa a própria perícia do pulmão de prender a respiração, sem a assistência de um cilindro de ar). “Minha cauda foi uma promoção.


Foi no momento em que me senti completa”, conta Mirella, que guarda até hoje a fabricação. Com a cauda, Mirella usou a web para mostrar os seus feitos como sereia. “Eu coloquei imagens na rede, e diversas pessoas acharam estimulado e começaram a se interessar, principalmente fora do Brasil. Já que, por aqui, o que é diferente é risível.


Imediatamente, tais como, no Japão, você poderá sair vestido de anime e ninguém julga. Muitas pessoas acharam boa e começaram a vir discursar comigo, no entanto não localizei que ia fazer tal sucesso”, conta, modesta. A sereia começou a ter milhares de visualizações no Youtube, média que mantém até hoje em seu canal. E chamou a atenção da equipe do Muito bom, o dominical da Globo, que gravou uma matéria com ela no Aquário de São Paulo. O dono do lugar a chamou para fazer apresentações regularmente, e dessa forma a tua fixação virou profissão, e ela passou a se apresentar em aquários e parques aquáticos, até construir um ateliê de caudas.

Tags: blog

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